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OBJETIVO, FUNCIONAMENTO E ORGANIZAÇÃO![]() Ajudam o sacerdote a distribuí-la nas celebrações litúrgicas. Quando necessário, dirigem Celebrações da Palavra e atuam em exéquias, isto é, participação nos velórios e sepultamentos, com as orações adequadas ao momento. Reúnem-se na quarta 6ª feira do mês, às 20h00. Diácono Eliseu e Jose Jair são os dirigentes. Telefones: 3681-1248 e 3681-1423. Os Ministros são os seguintes: Alexandre e Andreya Antonio Carlos e Dirce Carlos Augusto e Elaine Carlos Barozzi e Elza Uzum Edilson e Iracy Edna Couto Elza Jaime e Tereza Jair e Estela João e Cida Dutra João Bosco e Cidinha José Luiz e Edna Squarcina Luiz Fernando e Solange Luzia Marcelo e Cleusa Maria Estela Sávio e Roseli Terezinha Zélia SÃO TARCÍSIO - Padroeiro dos MINISTROS DA COMUNHÃO Tarcísio era um adolescente convertido ao Cristianismo, nascido por volta de 244 d.C. Vivia em Roma e participava das atividades dos primeiros cristãos, desempenhando as funções de diácono e acólito nas missas celebradas nas catacumbas, para evitar as perseguições. Era alegre, inteligente e tinha muito amor ao Cristo. Certo dia foi incumbido de levar as hóstias consagradas aos prisioneiros condenados à morte.Como os cristãos eram perseguidos, enquanto levava o Pão da Vida, os pagãos o pegaram e o obrigaram a desvendar o que trazia escondido no peito. Diante de sua recusa, foi ameaçado, recebendo pauladas e indo ao chão, todo ensangüentado. Para não deixar as partículas caírem nas mãos dos pagãos, Tarcísio começou as consumir as hóstias, quando um guarda o encontrou e levantou o menino, já morto. Felizmente o guarda também participava das celebrações nas catacumbas. Com apenas 13 anos, Tarcísio nos deu esse exemplo de amor ao Cristo Vivo na Eucaristia. Era o dia 15 de agosto de 257 d.C. Por isso, esse dia é consagrado a São Tarcísio, o "martir da Eucaristia" - padroeiro dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística (MECE). Ele é padroeiro também dos operários perseguidos pela fé que professam. ORAÇÃO DE SÃO TARCÍSIO Glorioso São Tarcísio, mártir da Eucaristia, puro e humilde de coração, rogo pela pureza de minha pobre alma e de meu corpo. Por vossa angélica pureza, mártir de Cristo, rogo-vos que intercedas por mim diante do Cordeiro Imaculado: Jesus Cristo e ante a sua Mãe Santíssima, a Virgem das Virgens e que me preservais de todo o pecado mortal. Glorioso São Tarcísio, não permitais que eu seja manchado com alguma mancha de impureza, mas quando me virdes em tentação ou perigo de pecar, afastai do meu coração todos os pensamentos e afetos imundos e, despertando, em mim a lembrança da eternidade e de Jesus Cristo Crucificado, imprimi profundamente em meu coração o santo sentimento do temor de Deus. Inflamai-me no amor divino para que, imitando-Vos aqui na terra, mereça gozar de Deus Convosco no Céu. Amém. ESCALA
LEMBRETES IMPORTANTES SETEMBRO 2010 Dia - Evento 19 - Manhã de espiritualidade para os Ministros do Decanato II, na Paróquia do Menino Jesus. Quem não puder participar favor avisar até o dia 15. 24 - Reunião às 19h30 - Avisar as datas até dia 20, se possível. A oração da comunidade será feita à partir deste mês no ambão e não mais nos degraus do presbitério conforme vinha sendo feito. Os ministros ficam encarregados de retirar o Lecionário logo após a homilia e colocá-lo sobre a credência Os avisos que se fizerem necessário serão feitos na seguinte ordem: JAIR e ESTELA avisam: Edilson e Iracy, João Bosco e Cidinha, Antonio Carlos e Dirce, Luís Fernando e Solange EDILSON e IRACY avisam: Sávio e Roseli, Alexandre e Andréia, Carlos e Elza, JOÃO BOSCO e CIDINHA avisam: Maria Estela, José Luís e Edna, Jaime e Tereza, Carlos Augusto e Elaine ANTONIO CARLOS e DIRCE avisam:Luzia e Zélia, Marcelo e Cleusa, Terezinha LUÍS FERNANDO e SOLANGE avisam: Edna Couto, Carlos Augusto e Elaine, Eliseu e Elza ANIVERSARIANTES DO MÊS Dia - Aniversariante 16 - Edna Couto 21 - Maria Estela 26 - Elaine COMO ENTENDER CRISTO NA HÓSTIA CONSAGRADA Quando as palavras da consagração são pronunciadas sobre o pão, a substância deste muda ou se converte totalmente em substância do Corpo humano de Jesus (donde o nome "transubstanciação"), ficando, porém, os acidentes externos (aparências) do pão (gosto, cor, cheiro, sabor, tamanho, etc.); sendo assim, sem mudar de aparência, o pão consagrado já não é pão, mas é substancialmente o Corpo de Cristo. O mesmo se dá com o vinho; ao serem pronunciadas sobre ele as palavras da consagração; sua substância se converte na do Sangue do Senhor, pelo poder da intervenção da Onipotência Divina. Isso explica como o Corpo de Cristo pode estar simultaneamente presente em diversas hóstias consagradas e em vários lugares ao mesmo tempo. Jesus não está presente na Eucaristia segundo as suas aparências, como o tamanho ou a localização no espaço. Uma vez que os fragmentos de pão se multiplicam com a sua localização própria no espaço; assim onde quer que haja um pedaço de pão consagrado, pode estar de fato o Corpo Eucarístico de Cristo. Uma comparação: quando você olha para um espelho, aí você vê a imagem do seu rosto inteiro; se quebrá-lo em duas ou mais partes, a sua imagem não se quebrará com o espelho, mas continuará uma imagem inteira em cada pedaço. É preciso, então, entender que a presença de Cristo Eucarístico pode se multiplicar, sem que o Corpo do Senhor se multiplique. Isso faz com que a presença do Cristo Eucarístico possa multiplicar (sem que o Corpo d'Ele se multiplique) se forem multiplicados os fragmentos de pão consagrados nos mais diversos lugares da Terra. Não há bilocação nem multilocação do Corpo de Cristo. O Corpo de Cristo, sob os acidentes do pão, não tem extensão nem quantidade próprias; assim não se pode dizer que a tal fragmento da hóstia corresponda tal parte do Corpo de Cristo. Quando o pão consagrado é partido, só se parte a quantidade do pão, não o Corpo de Jesus. Assim muitas hóstias e muitos fragmentos de hóstia não constituem muitos Cristos – o que seria absurdo – , mas muitas "presenças" de um só e mesmo Cristo. Analogamente a multiplicação dos espelhos não multiplica o objeto original, mas multiplica a presença desse objeto; também a multiplicação dos ouvintes de uma sinfonia não multiplica essa sinfonia, mas apenas a presença desta. Por essas razões, quando se deteriora o Pão Eucarístico por efeito do tempo, da digestão ou de um outro agente corruptor, o que se estraga são apenas os acidentes do pão: quantidade, cor, figura, entre outros, e nesse caso, o Corpo de Cristo deixa de estar presente sob os Véus Eucarísticos; isso porque Nosso Senhor Jesus Cristo quis que, nas espécies ou nas aparências de pão e vinho, garantir a Sua presença sacramental, e não nas de algum outro corpo. A fé católica ensina uma conversão total e absoluta da substância do pão na do Corpo de Cristo; o Concílio de Trento rejeitou a doutrina de Lutero, que admitia a “empanação” de Cristo: empanação, segundo a qual permaneceriam a substância do pão e a do vinho junto com a do Corpo e a do Sangue de Cristo; o pão continuaria a ser realmente pão (e não apenas segundo as aparências), o vinho continuaria a ser realmente vinho (e não apenas segundo as aparências), de tal sorte que o Corpo de Cristo estaria como que “revestido” de pão e vinho. Para o Concílio de Trento e, para a fé católica, esse tipo de presença de Cristo na Eucaristia é insuficiente; é preciso dizer que o pão e o vinho, em sua realidade íntima (substância), deixam de ser pão e vinho para se tornarem a realidade mesma do Corpo e do Sangue de Cristo. Assim como na criação acontece o surgimento de todo o ser, também na Eucaristia há a conversão de todo o ser. Essa “conversão de todo o ser” é “conversão de toda a substância” ou “transubstanciação”. Assim como só Deus pode criar (tirar um ser do nada), só Deus pode “transubstanciar”; ambas as atividade supõem um poder infinito que só o Senhor tem. Para entender um pouco melhor o milagre da Transubstanciação podemos dizer ainda o seguinte: No milagre da Multiplicação dos Pães, Jesus mudou apenas a espécie do pão (no caso a quantidade), mas não mudou a sua natureza, continuou sendo pão. Quando Ele fez o milagre das Bodas de Caná, mudou a natureza da água (passou a ser vinho) e mudou também a sua espécie (cor, sabor, etc); no milagre da Transubstanciação, o Senhor muda apenas a natureza do pão e do vinho (passam a ser seu Corpo e Sangue) sem mudar a espécie (cor, sabor,cheiro, tamanho, etc.). Tudo por amor a nós; Ele, o Rei do universo, se faz pequeno, humilde, indefeso... nas espécies sagradas do pão e do vinho, para ser nosso alimento, companheiro, modelo, exemplo, força, consolação... Felipe Aquino - Canção Nova |
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